Artigo muito bom sobre marketing e vendas !!
Digamos que existe uma pessoa que possa comprar seu produto/serviço. Antes do dinheiro dessa pessoa ir parar no seu bolso, existem 5 etapas nesse processo de compra. Ter um bom entendimento sobre essas etapas facilitará muito sua vida na hora de fazer seu plano de marketing.
Essas 5 etapas são conhecidas como o modelo AIDAS. Lembre-se de ADIDAS, a marca de tênis. Mas não se esqueça que não tem o primeiro D.
Atenção
Antes de qualquer coisa, você precisa chamar a atenção da pessoa. Essa é a primeira etapa, aquela em que o cliente em potencial viu sua propaganda, ouviu sua empresa ser indicada por um amigo ou outra forma de divulgação. No “vendês”, linguagem usada por vendedores, o cliente nessa etapa é chamado de lead.
Interesse
Se sua propaganda é de fato interessante e foi direcionada para as pessoas certas, a tendência é que elas demonstrem interesse pelo seu produto/serviço.
O cliente interessado demonstra seu interesse pedindo mais informações. Ou ele irá perguntar diretamente ou te pedirá um material informativo ou marcará uma reunião de vendas. No “vendês”, essa pessoa é o seu potential.
Desejo
Caso você tenha feito um bom trabalho e seu produto/serviço realmente tenha valor para a pessoa, ela desejará comprá-lo.
Esse tipo de cliente é aquele que você fala para seus amigos que “só falta fechar”. É muito importante manter o contato e não deixar essa pessoa perder o desejo. Em “vendês”, esse cara é o seu prospect.
Ação
A pessoa que toma ação é o verdadeiro patrão do empreendedor, o cliente. Em “vendês” seu nome é cliente mesmo.
Um ponto importante aqui é só tomar cuidado com a inadimplência. Ao mesmo tempo você precisa facilitar o pagamento pelo cliente, mas também não pode tomar calote. Não existe receita pronta, boa sorte achando o meio termo pra sua empresa.
Satisfação
Caso você tenha lido nossa sessão sobre bom atendimento, seu cliente ficará muito satisfeito e continuará fazendo negócios com você. As características de um cliente satisfeito são que ele comprará mais vezes da sua empresa e provavelmente a indicará para outras pessoas.
Nós temos um termo próprio para os clientes satisfeitos: Entusiastas. Ter Entusiastas é a melhor forma de crescer seu negócio, não é a toa que o CEO da Zappos atribui a isso seu faturamento de 1 bilhão de dolares (veja a entrevista).
Conclusão
Lembre-se das 5 etapas: Atenção, Interesse, Desejo, Ação e Satisfação; e faça o máximo para todos seus leads tornarem-se Entusiastas. Todo seu plano de marketing precisa ser fazer o cliente passar para a próxima etapa, evoluir o famoso Pipeline de Vendas.
Os 2 mandamentos para ter um bom Pipeline de Vendas são: fazer uma divulgação bem direcionada para seu público-alvo e ser um mestre do bom atendimento.
Abraços,
Millor Machado (fazendo o máximo para conquistar Entusiastas)
Blog voltado para os alucinados por Marketing, Negociação e Planejamento Estratégico.
Se você é um alucinado por isso, junte-se a nós !!
quarta-feira, 8 de junho de 2011
Ainda estou aqui......
Sei que são quase dois meses sem atividade, admito, mas estava com um demanda grande no trabalho e na faculdade porém estarei postando aqui algumas dicas sobre marketing e estratégia.
Um abraço e obrigado pela atenção
Um abraço e obrigado pela atenção
domingo, 10 de abril de 2011
Negociação em contos infantis
Todo dia, toda hora estamos negociando algo com alguém algum desejo ou necessidade. Negociação, sem dúvidas, é a arte de persuadir outras pessoas a aceitar nossas idéias e desejos. Certa vez, quando estava na minha primeira faculdade (sou formado em turismo), tivemos um brilhante trabalho: mostrar as negociações em contos infantis. A seguir veremos alguns exemplos:
Três porquinhos
Conta a estória do lobo mau que queria devorar os três porquinhos, pois estava faminto.
Note que neste enredo trata-se de uma negociação ganha-perde, onde o lobo mau queria satisfazer sua vontade (de se alimentar) sem se importar com o desejo da outra parte envolvida.
Na negociação ganha-perde, uma das partes perderá e isso não é interessante, pois prejudica a sustentabilidade do negocio, do mercado. Imagine no cenário empresarial, uma empresa sempre querendo levar vantagem sobre as outras? Isso acontece, porém apenas para curto prazo pois a longo prazo a empresa perdedora na negociação irá a falência ou cancelará os demais acordos.
A bela e a fera
Estória de uma fera que se apaixona pela filha de um camponês que mora nas proximidades de seu castelo.
Neste conto, que acredito ser o mais completo, temos todos os tipos de negociação, vejamos:
Ganha-Perde: O camponês perdido no caminho de regresso a sua casa encontra a fera que irritada com a presença do intruso ameaça mata-lo. O camponês pediu apenas que deixe visitar sua filha pela ultima. A filha por sua vez toma a frente do pai e diz a fera que ficara em lugar de pai. Prontamente a fera aceitou. Ganha a fera, perde o camponês e sua filha.
Ganha-ganha: após um tempo na prisão a bela estava a vontade, não ficava presa em um quarto, podia ir para o jardim, biblioteca. Com isso pediu a fera para visitar se pai. Como a fera estava encantada pelo modo de como bela via as coisas, as pessoas, a natureza permitiu contando que ela voltasse e ela aceitou a condição. Ganha a bela que visitou seu pai e ganha a fera que teve sua amada de volta.
Ganha-ganha-ganha: Alguns dizem que não existe este tipo de negociaçã, porem acredito que sim pois quando uma terceira pessoa envolvida se beneficia da relação passar a ganhar com a negociação.
Ao voltar para a mansão, conforme prometido a fera, viu que ele estava doente de saudade, quase morrendo e resolve se casar com ele, pois também estava apaixonada e percebendo que ele estava mais amável com as pessoas. Ao se casarem, a fera resolveu convidar todos os camponeses e a fera passou a permitir que todos passassem por suas terras. Ganha a bela e a fera, ganha o camponês por não ter sua filha morta pela fera, ganha a comunidade pelo direito a utilizar as terras.
Não me recordo de mais estórias infantis, mas posso garantir que muitas delas têm exemplos clássicos de negociação em todos os termos. Apesar dos inúmeros exemplos podemos garantir que a melhor negociação é a ganha-ganha. Todos em uma negociação devem ganhar para haver uma sustentabilidade no mercado, nos negócios.
Em um processo de negociação deve-se primar por alguns princípios:
Confiança – não faça promessas que não possa cumprir.
Ética – sua reputação é seu capital, sua moeda de maior valor.
Flexibilidade – esteja sempre aberto e atento a novas alternativas
E ficar atento para corrigir os erros mais comuns:
Falar mais do que ouvir
Impaciência
Falta de planejamento
Saltar etapas da negociação
Uso de mentiras e blefes
Falta de clareza na linguagem
Conclusão mal feita
Três porquinhos
Conta a estória do lobo mau que queria devorar os três porquinhos, pois estava faminto.
Note que neste enredo trata-se de uma negociação ganha-perde, onde o lobo mau queria satisfazer sua vontade (de se alimentar) sem se importar com o desejo da outra parte envolvida.
Na negociação ganha-perde, uma das partes perderá e isso não é interessante, pois prejudica a sustentabilidade do negocio, do mercado. Imagine no cenário empresarial, uma empresa sempre querendo levar vantagem sobre as outras? Isso acontece, porém apenas para curto prazo pois a longo prazo a empresa perdedora na negociação irá a falência ou cancelará os demais acordos.
A bela e a fera
Estória de uma fera que se apaixona pela filha de um camponês que mora nas proximidades de seu castelo.
Neste conto, que acredito ser o mais completo, temos todos os tipos de negociação, vejamos:
Ganha-Perde: O camponês perdido no caminho de regresso a sua casa encontra a fera que irritada com a presença do intruso ameaça mata-lo. O camponês pediu apenas que deixe visitar sua filha pela ultima. A filha por sua vez toma a frente do pai e diz a fera que ficara em lugar de pai. Prontamente a fera aceitou. Ganha a fera, perde o camponês e sua filha.
Ganha-ganha: após um tempo na prisão a bela estava a vontade, não ficava presa em um quarto, podia ir para o jardim, biblioteca. Com isso pediu a fera para visitar se pai. Como a fera estava encantada pelo modo de como bela via as coisas, as pessoas, a natureza permitiu contando que ela voltasse e ela aceitou a condição. Ganha a bela que visitou seu pai e ganha a fera que teve sua amada de volta.
Ganha-ganha-ganha: Alguns dizem que não existe este tipo de negociaçã, porem acredito que sim pois quando uma terceira pessoa envolvida se beneficia da relação passar a ganhar com a negociação.
Ao voltar para a mansão, conforme prometido a fera, viu que ele estava doente de saudade, quase morrendo e resolve se casar com ele, pois também estava apaixonada e percebendo que ele estava mais amável com as pessoas. Ao se casarem, a fera resolveu convidar todos os camponeses e a fera passou a permitir que todos passassem por suas terras. Ganha a bela e a fera, ganha o camponês por não ter sua filha morta pela fera, ganha a comunidade pelo direito a utilizar as terras.
Não me recordo de mais estórias infantis, mas posso garantir que muitas delas têm exemplos clássicos de negociação em todos os termos. Apesar dos inúmeros exemplos podemos garantir que a melhor negociação é a ganha-ganha. Todos em uma negociação devem ganhar para haver uma sustentabilidade no mercado, nos negócios.
Em um processo de negociação deve-se primar por alguns princípios:
Confiança – não faça promessas que não possa cumprir.
Ética – sua reputação é seu capital, sua moeda de maior valor.
Flexibilidade – esteja sempre aberto e atento a novas alternativas
E ficar atento para corrigir os erros mais comuns:
Falar mais do que ouvir
Impaciência
Falta de planejamento
Saltar etapas da negociação
Uso de mentiras e blefes
Falta de clareza na linguagem
Conclusão mal feita
sexta-feira, 1 de abril de 2011
Erros no uso de mídias sociais
Extrai este texto de um blog americano que fala sobbre o erro de marketing da Pepsi no uso de mídias sociais e publicidade. Traduzido por Google Tradutor. Via @MktDigital_IDEZ e @errosdemkt
Durante vários anos, tem havido um consenso entre um grupo vocal e muito bem colocados dos executivos de marketing e os comentaristas que mudanças fundamentais ocorridas em nossa cultura e na tecnologia, que tornam os modos tradicionais de comunicação de marketing deixa de ser pertinente e eficaz.
A ideia subjacente a hipótese é a seguinte:
Marketing é uma "conversa".
As pessoas já não estão dispostos a aceitar a "interrupção" do modelo de publicidade.
O objectivo da comunicação de marketing é de uma marca para criar um "compromisso" com os consumidores.
As formas tradicionais de publicidade não criar engajamento e substancialmente sobreviveram à sua utilidade.
A Internet criou um ambiente no qual o controle do consumidor do seu comportamento de compra / ela é inédita.
Os consumidores estão rapidamente se afastando das marcas que estão a caminho para vender algo a favor das marcas que pretendem se envolver com eles e ter conversas.
A mídia social representa o meio mais eficaz para a interação com os consumidores e ter essas conversas.
Entre as marcas tradicionais que adotaram este novo paradigma de marketing, nenhuma foi mais zeloso do que a Pepsi-Cola.
No ano passado, a Pepsi substancialmente abandonou seu compromisso de longa data para a publicidade tradicional em favor dos meios de comunicação social. Ele cancelou sua publicidade anual Super Bowl. Ele desviou dezenas de milhões de dólares da publicidade tradicional para criar o "Pepsi Refresh Project". Atualizar Pepsi foi uma iniciativa on-line de mídia social em que a Pepsi deu em 20 milhões de dólares. Eles também gastaram muitos milhões a mais no apoio a esta iniciativa.
Estou certo de atualização é o maior meio de comunicação social já realizado. Nunca antes, ao meu conhecimento, tem uma marca tomado muito do seu dinheiro publicidade tradicional e na energia e re-direcionado-lo em mídias sociais.
A maioria das grandes marcas tem algum tipo de programa de mídia social. Mas nunca antes, ao meu conhecimento, tem uma marca de grande consumo fez um programa de mídia social, a peça central de sua propaganda e marketing.
"Nós tomamos o caminho divergentes", explicou Frank Cooper, diretor-chefe engajamento do consumidor para a Pepsi. "Nós quisemos explorar como uma marca pode ser integrado no espaço digital."
A idéia por trás do programa é que você, consumidor, tem que se envolver com a Pepsi, votando para o "Refresh" projetos que você considera mais digna. Houve ainda outras oportunidades para participar de um enorme esforço online - Facebook, Twitter, YouTube, site, blogs. Milhões de dólares foram gastos no que poderia ser chamado de "publicidade tradicional de apoio dos meios de comunicação social."
Os céticos (como este que vos fala) têm esperado ansiosamente um cartão de relatório sobre esta iniciativa como é o caso primeiro teste real de uma das principais marcas de execução de uma transferência maciça de recursos no mercado da publicidade tradicional para a mídia social.
Os resultados estão dentro Tem sido um desastre.
Na semana passada, o The Wall Street Journal informou que a Pepsi-Cola e Diet Pepsi cada um tinha perdido cerca de 5% da sua quota de mercado no ano passado.
Se meus cálculos estiverem corretos, para a marca Pepsi-Cola só isso representa uma perda de mais de US $ 350 milhões. Para ambas as marcas, a perda é, provavelmente, algo em torno de 400 milhões para meio bilhão de dólares.
Para a primeira vez a Pepsi-Cola caiu de sua posição tradicional como a bebida número dois moles na América para o número três (atrás de Diet Coke.)
Em 2010, a erosão da Pepsi quota de mercado acelerado por oito vezes em relação ao ano anterior.
O projeto Atualizar tudo realizado um programa de mídia social é esperado: mais de 80 milhões de votos foram registrados, quase 3,5 milhão "gosta" na página do Facebook Pepsi, quase 60 mil seguidores no Twitter. A única coisa que ele não conseguiu fazer foi vender à Pepsi.
Alcançou todos os objetivos falsos e não conseguiram alcançar o único legítimo.
Em reacção a esta catástrofe, Massimo d'Amore, executivo-chefe da PepsiCo Americas Beverages tinha que dizer isto ...
"Quando meus antepassados foram desde a Idade Média para o Renascimento, eles explodiram o local, e é isso que estamos fazendo."
Ele também disse ...
"Precisamos de televisão para fazer a declaração, em negrito grande ...
A mídia social tem tido um enorme sucesso. Só os fanáticos e loucos continuará a curvar-se aos deuses dos meios de comunicação social.
Durante vários anos, tem havido um consenso entre um grupo vocal e muito bem colocados dos executivos de marketing e os comentaristas que mudanças fundamentais ocorridas em nossa cultura e na tecnologia, que tornam os modos tradicionais de comunicação de marketing deixa de ser pertinente e eficaz.
A ideia subjacente a hipótese é a seguinte:
Marketing é uma "conversa".
As pessoas já não estão dispostos a aceitar a "interrupção" do modelo de publicidade.
O objectivo da comunicação de marketing é de uma marca para criar um "compromisso" com os consumidores.
As formas tradicionais de publicidade não criar engajamento e substancialmente sobreviveram à sua utilidade.
A Internet criou um ambiente no qual o controle do consumidor do seu comportamento de compra / ela é inédita.
Os consumidores estão rapidamente se afastando das marcas que estão a caminho para vender algo a favor das marcas que pretendem se envolver com eles e ter conversas.
A mídia social representa o meio mais eficaz para a interação com os consumidores e ter essas conversas.
Entre as marcas tradicionais que adotaram este novo paradigma de marketing, nenhuma foi mais zeloso do que a Pepsi-Cola.
No ano passado, a Pepsi substancialmente abandonou seu compromisso de longa data para a publicidade tradicional em favor dos meios de comunicação social. Ele cancelou sua publicidade anual Super Bowl. Ele desviou dezenas de milhões de dólares da publicidade tradicional para criar o "Pepsi Refresh Project". Atualizar Pepsi foi uma iniciativa on-line de mídia social em que a Pepsi deu em 20 milhões de dólares. Eles também gastaram muitos milhões a mais no apoio a esta iniciativa.
Estou certo de atualização é o maior meio de comunicação social já realizado. Nunca antes, ao meu conhecimento, tem uma marca tomado muito do seu dinheiro publicidade tradicional e na energia e re-direcionado-lo em mídias sociais.
A maioria das grandes marcas tem algum tipo de programa de mídia social. Mas nunca antes, ao meu conhecimento, tem uma marca de grande consumo fez um programa de mídia social, a peça central de sua propaganda e marketing.
"Nós tomamos o caminho divergentes", explicou Frank Cooper, diretor-chefe engajamento do consumidor para a Pepsi. "Nós quisemos explorar como uma marca pode ser integrado no espaço digital."
A idéia por trás do programa é que você, consumidor, tem que se envolver com a Pepsi, votando para o "Refresh" projetos que você considera mais digna. Houve ainda outras oportunidades para participar de um enorme esforço online - Facebook, Twitter, YouTube, site, blogs. Milhões de dólares foram gastos no que poderia ser chamado de "publicidade tradicional de apoio dos meios de comunicação social."
Os céticos (como este que vos fala) têm esperado ansiosamente um cartão de relatório sobre esta iniciativa como é o caso primeiro teste real de uma das principais marcas de execução de uma transferência maciça de recursos no mercado da publicidade tradicional para a mídia social.
Os resultados estão dentro Tem sido um desastre.
Na semana passada, o The Wall Street Journal informou que a Pepsi-Cola e Diet Pepsi cada um tinha perdido cerca de 5% da sua quota de mercado no ano passado.
Se meus cálculos estiverem corretos, para a marca Pepsi-Cola só isso representa uma perda de mais de US $ 350 milhões. Para ambas as marcas, a perda é, provavelmente, algo em torno de 400 milhões para meio bilhão de dólares.
Para a primeira vez a Pepsi-Cola caiu de sua posição tradicional como a bebida número dois moles na América para o número três (atrás de Diet Coke.)
Em 2010, a erosão da Pepsi quota de mercado acelerado por oito vezes em relação ao ano anterior.
O projeto Atualizar tudo realizado um programa de mídia social é esperado: mais de 80 milhões de votos foram registrados, quase 3,5 milhão "gosta" na página do Facebook Pepsi, quase 60 mil seguidores no Twitter. A única coisa que ele não conseguiu fazer foi vender à Pepsi.
Alcançou todos os objetivos falsos e não conseguiram alcançar o único legítimo.
Em reacção a esta catástrofe, Massimo d'Amore, executivo-chefe da PepsiCo Americas Beverages tinha que dizer isto ...
"Quando meus antepassados foram desde a Idade Média para o Renascimento, eles explodiram o local, e é isso que estamos fazendo."
Ele também disse ...
"Precisamos de televisão para fazer a declaração, em negrito grande ...
A mídia social tem tido um enorme sucesso. Só os fanáticos e loucos continuará a curvar-se aos deuses dos meios de comunicação social.
quarta-feira, 16 de março de 2011
O que define um bom negociador
Segue abaixo matéria extraída do PEGN. Muito bom a visão do Sr James Sebenius da Escola de Harvard, melhor escola de negociação do mundo !!
Olho no olho, postura confiante, argumentos afiados. Para James Sebenius,professor de Harvard, os elementos clássicos para conseguir um acordo são insuficientes. Conheça o seu método, batizado de “Negociação 3D”
Duas irmãs estão brigando por causa de um laranja. Cada uma quer três quartos da laranja, mas há apenas uma fruta na mesa. Aparentemente, não há negociação possível. Mas, investigando a questão, percebe-se que uma das irmãs tem muita fome. A outra, não. Deseja apenas dar sabor a uma receita gourmet. Sob a nova ótica, é possível levantar uma proposta diferente: a casca deve ficar com a irmã que precisa de um aromatizante, e a polpa, com a irmã faminta. James Sebenius, 57 anos, professor de Harvard, usa essa historinha para explicar que há sempre mais de uma dimensão em uma negociação. Confira o seu método na entrevista a seguir.
JAMES SEBENIUS QUEM É: professor da Harvard Business School e diretor do Harvard Negotiation Project
O QUE FAZ: é especialista em negociação e autor do livro Negociação 3-D – Ferramentas Poderosas para Modificar o Jogo nas suas Negociações
www.3dnegotiation.com
O que é negociação 3D?
Ser persuasivo e um bom tático é a primeira dimensão da negociação. São as habilidades interpessoais. A substância ou o resultado é o que nós chamamos de design do acordo — isso é a segunda dimensão. Por exemplo, considere um empreendedor que quer vender seu negócio por US$ 10 milhões. Ele encontra um comprador disposto a pagar US$ 5 milhões. Se cada lado tem uma visão diferente do futuro, uma solução pode ser um contrato em que o comprador concorda em pagar uma quantia fixa imediata e, depois, uma segunda parcela que irá variar de acordo com o resultado da empresa. Já a terceira dimensão são todas as coisas que você faz longe do palco de negociação para estar certo de que terá o cenário mais promissor possível à mesa. Um ótimo negociador é um bom arquiteto de cenário, um bom designer de acordos e um bom tático de resolução de problemas.
Isso exige que o empreendedor busque informações antes da negociação. Como se faz isso?
Se você não procurar a informação, não irá encontrá-la. Uma história interessante é a de Tom Stemberg, idealizador da rede americana Staples, que vende material de escritório a preços muito baixos. Inicialmente, ele conseguiu capital para construir algumas lojas-teste, que tiveram muito sucesso. Mas precisava de mais recursos. Stemberg voltou a procurar os fundos de venture capital, mas os gestores não queriam dar muito dinheiro e exigiam um pedaço grande da sociedade. Ele foi então conversar com um consultor especialista em venture capital, que o encorajou a procurar as pessoas que colocaram dinheiro nos fundos investidores das lojas-teste Staples. “Por que você não propõe a elas um investimento direto, para que não tenham de pagar 20% dos lucros para os gestores do fundo?”, questionou o consultor. Foi assim que Stemberg conseguiu ganhar poder de negociação. Depois, voltou aos gestores de venture capital e disse: “Quero seu dinheiro, mas as possibilidades de investimento já estão sendo preenchidas”.
O que essa história tem a ver com negociação 3D?
Apesar de Stemberg ter conseguido ler a linguagem corporal daqueles gestores de venture capital, não conseguiu inicialmente um bom negócio. Não basta olhar para as táticas. Ele, então, questionou: “Quem pode ter motivos para fazer um acordo melhor?” Stemberg rearranjou a mesa. Agiu fora dela para ficar em melhor situação na negociação.
Como a negociação 3D é diferente de formas clássicas de negociação?
Uma das diferenças é que o processo precisa criar valor pela colaboração. Mas isso também não é suficiente. Às vezes, as pessoas só se concentram na criatividade, no relacionamento e em negociações ganha-ganha. Criam bastante valor, mas o outro lado vai embora com a maior parte desse valor. Então, também nos preocupamos com as táticas que ajudam as pessoas a terem acesso a todo o valor que elas ajudaram a criar.
Como antever os obstáculos que podem surgir em uma negociação?
A primeira ação é fazer uma auditoria das barreiras, que é um olhar rápido para aquilo que faz essa negociação ser difícil. Muitas vezes, nos precipitamos e dizemos: o impasse é o preço. Ou a personalidade de alguém. Um negociador 3D pergunta: “O que torna isso difícil? O cenário está errado? Há valor suficiente para fazer a negociação funcionar? As táticas são apropriadas? Há problemas com pessoas?”. É necessário um scan 3D do cenário, do acordo e das táticas. Verificar quais são as barreiras e depois fazer movimentos na mesa ou fora dela para ultrapassá-las.
Como é possível saber quando o empreendedor está em desvantagem ou deve deixar a negociação?
Um erro comum é se concentrar na negociação em si, até que a situação fique difícil, e depois tentar descobrir o que fazer. Os negociadores mais eficazes se perguntam, antes de entrar na negociação: “O que farei se não houver acordo? Quais são as minhas opções de desistência? Há parceiros alternativos?”. É preciso pesar sempre os dois possíveis resultados — acordo e não-acordo. Quando o não-acordo parece melhor, você se afasta da negociação. E, mesmo quando o acordo parece melhor, mas o outro lado acha que você está confortável com a possibilidade de desistir, isso dá um grande aumento no seu poder. Se eles percebem que você nunca vai desistir, é muito difícil negociar.
Olho no olho, postura confiante, argumentos afiados. Para James Sebenius,professor de Harvard, os elementos clássicos para conseguir um acordo são insuficientes. Conheça o seu método, batizado de “Negociação 3D”
Duas irmãs estão brigando por causa de um laranja. Cada uma quer três quartos da laranja, mas há apenas uma fruta na mesa. Aparentemente, não há negociação possível. Mas, investigando a questão, percebe-se que uma das irmãs tem muita fome. A outra, não. Deseja apenas dar sabor a uma receita gourmet. Sob a nova ótica, é possível levantar uma proposta diferente: a casca deve ficar com a irmã que precisa de um aromatizante, e a polpa, com a irmã faminta. James Sebenius, 57 anos, professor de Harvard, usa essa historinha para explicar que há sempre mais de uma dimensão em uma negociação. Confira o seu método na entrevista a seguir.
JAMES SEBENIUS QUEM É: professor da Harvard Business School e diretor do Harvard Negotiation Project
O QUE FAZ: é especialista em negociação e autor do livro Negociação 3-D – Ferramentas Poderosas para Modificar o Jogo nas suas Negociações
www.3dnegotiation.com
O que é negociação 3D?
Ser persuasivo e um bom tático é a primeira dimensão da negociação. São as habilidades interpessoais. A substância ou o resultado é o que nós chamamos de design do acordo — isso é a segunda dimensão. Por exemplo, considere um empreendedor que quer vender seu negócio por US$ 10 milhões. Ele encontra um comprador disposto a pagar US$ 5 milhões. Se cada lado tem uma visão diferente do futuro, uma solução pode ser um contrato em que o comprador concorda em pagar uma quantia fixa imediata e, depois, uma segunda parcela que irá variar de acordo com o resultado da empresa. Já a terceira dimensão são todas as coisas que você faz longe do palco de negociação para estar certo de que terá o cenário mais promissor possível à mesa. Um ótimo negociador é um bom arquiteto de cenário, um bom designer de acordos e um bom tático de resolução de problemas.
Isso exige que o empreendedor busque informações antes da negociação. Como se faz isso?
Se você não procurar a informação, não irá encontrá-la. Uma história interessante é a de Tom Stemberg, idealizador da rede americana Staples, que vende material de escritório a preços muito baixos. Inicialmente, ele conseguiu capital para construir algumas lojas-teste, que tiveram muito sucesso. Mas precisava de mais recursos. Stemberg voltou a procurar os fundos de venture capital, mas os gestores não queriam dar muito dinheiro e exigiam um pedaço grande da sociedade. Ele foi então conversar com um consultor especialista em venture capital, que o encorajou a procurar as pessoas que colocaram dinheiro nos fundos investidores das lojas-teste Staples. “Por que você não propõe a elas um investimento direto, para que não tenham de pagar 20% dos lucros para os gestores do fundo?”, questionou o consultor. Foi assim que Stemberg conseguiu ganhar poder de negociação. Depois, voltou aos gestores de venture capital e disse: “Quero seu dinheiro, mas as possibilidades de investimento já estão sendo preenchidas”.
O que essa história tem a ver com negociação 3D?
Apesar de Stemberg ter conseguido ler a linguagem corporal daqueles gestores de venture capital, não conseguiu inicialmente um bom negócio. Não basta olhar para as táticas. Ele, então, questionou: “Quem pode ter motivos para fazer um acordo melhor?” Stemberg rearranjou a mesa. Agiu fora dela para ficar em melhor situação na negociação.
Como a negociação 3D é diferente de formas clássicas de negociação?
Uma das diferenças é que o processo precisa criar valor pela colaboração. Mas isso também não é suficiente. Às vezes, as pessoas só se concentram na criatividade, no relacionamento e em negociações ganha-ganha. Criam bastante valor, mas o outro lado vai embora com a maior parte desse valor. Então, também nos preocupamos com as táticas que ajudam as pessoas a terem acesso a todo o valor que elas ajudaram a criar.
Como antever os obstáculos que podem surgir em uma negociação?
A primeira ação é fazer uma auditoria das barreiras, que é um olhar rápido para aquilo que faz essa negociação ser difícil. Muitas vezes, nos precipitamos e dizemos: o impasse é o preço. Ou a personalidade de alguém. Um negociador 3D pergunta: “O que torna isso difícil? O cenário está errado? Há valor suficiente para fazer a negociação funcionar? As táticas são apropriadas? Há problemas com pessoas?”. É necessário um scan 3D do cenário, do acordo e das táticas. Verificar quais são as barreiras e depois fazer movimentos na mesa ou fora dela para ultrapassá-las.
Como é possível saber quando o empreendedor está em desvantagem ou deve deixar a negociação?
Um erro comum é se concentrar na negociação em si, até que a situação fique difícil, e depois tentar descobrir o que fazer. Os negociadores mais eficazes se perguntam, antes de entrar na negociação: “O que farei se não houver acordo? Quais são as minhas opções de desistência? Há parceiros alternativos?”. É preciso pesar sempre os dois possíveis resultados — acordo e não-acordo. Quando o não-acordo parece melhor, você se afasta da negociação. E, mesmo quando o acordo parece melhor, mas o outro lado acha que você está confortável com a possibilidade de desistir, isso dá um grande aumento no seu poder. Se eles percebem que você nunca vai desistir, é muito difícil negociar.
domingo, 20 de fevereiro de 2011
Concorrência: boa ou ruim?
Responda rápido: Ter concorrência é bom ou ruim? Parece simples, mas este pergunta tem uma resposta mais complexa do que se imagina. Considerando o curto prazo a resposta poderia ser sim, as empresas terão um mercado que precisam dos produtos ou serviços, vão explorá-los do jeito que achar conveniente, impondo preços a seu bel prazer e oferecendo o que julgar ser o melhor para seu consumidor mas a médio e longo prazo sua resposta pode ser não pois certo tempo depois, e fica difícil mensurar este tempo, o mercado consumidor ficará sedento por um produto substituto e caso a empresa pioneira encontre um concorrente inteligente poderá levar um golpe, que as vezes pode ser fatal.
Vale lembrar o seguinte: em tempos de fusões e aquisições o CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, tem justamente a finalidade de orientar, fiscalizar prevenir e apurar abusos a ordem econômica provenientes destas operações. Em resumo: o órgão analisa se o consumidor está sendo lesado no tocante da falta de concorrência de mercado.
Para termos um entendimento melhor, e podermos encontrar a solução da pergunta feita inicialmente vamos dividir nossa análise em três partes como segue abaixo:
Para a indústria, a concorrência recai sobre a ótica de custos, tanto direto quanto indireto, pois estes vão influenciar o valor de venda de seu produto final. Vamos imaginar duas empresas produtoras de materiais de limpeza (sabonete, detergente, água sanitária etc) tecnicamente os processos produtivos das duas são iguais, o que irá diferenciá-las é a técnica como produzem e com quais materiais produzem, então porque o produto de uma é mais caro que da outra? Ao perceber isso uma delas usará o benchmarking para tentar equiparar. Tal ferramenta de qualidade seria impossível caso fosse a única empresa exploradora deste mercado consumidor. Neste segmento econômico poderíamos falar que a maior vantagem competitiva que a concorrência pode exercer é a busca incessante pela redução de custos operacionais, na compra de produtos mais baratos, porém com qualidade similar isso tudo para resultar no seu principal objetivo, produzir mais, gastando menos e mantendo seu padrão de qualidade.
Para o comércio, principalmente o mercado varejista, o maior ponto de concorrência é no marketing, pois a partir dele estas empresas terão o maior market share, alcançaram seus consumidores trazendo para suas lojas físicas ou virtuais. As ações promocionais sejam elas por email marketing, televisão, rádio, folhetos, devem ser constantes e agressivas para ficar sempre na lembrança do cliente por isso é muito comum em comerciais de televisão a propaganda de uma rede varejista vim logo seguido de outra ou no comercial a seguir tendo sempre o intuito de seduzir o cliente e, quem sabe, alienando visto que chega um determinado momento o consumidor já não é mais capaz de identificar qual empresa está fazendo a promoção tamanha sua agressividade. Note que neste segmento a competitividade se dá no seu relacionamento com fornecedor, quanto mais barato for o lote de compra maior será sua condição na composição do preço final e por fim sua lucratividade e também com as financeiras para ter uma condição de parcelamento adequado com a classe econômica atingida.
Para as prestadoras de serviços, o foco é a qualidade nos serviços prestados x valores cobrados por estes. Acredito que este é o mercado mais agressivo para se competir, pois tratar de qualidade em serviços é bem complicado. Salvador é uma cidade que faz Sol quase todo o ano, logo a praia fica extremamente disputada por barraqueiros e vendedores ambulantes. Então como eles vão ganhar a atenção e, porque não, gratidão do cliente? O que faz uma barraca de praia ou vendedor ambulante ganhar este embate é justamente como trata o cliente. Um exemplo: Uma determinada barraca de praia oferece som com DJ fazendo o ambiente animado para conversar com os amigos, conhecer pessoas e paquerar, mas a barraca vizinha não oferece o DJ, mas tem uma oferta maior de garçons logo não precisará implorar para trazerem uma bebida ou tira gosto, ponto negativo da primeira barraca supracitada. Conforme mencionei no inicio deste parágrafo, falar de qualidade em serviços é complicado, logo, deixaremos para outra oportunidade, mas pode-se afirmar que deve ser um processo continuo, focando sempre o cliente que é a razão da existência destas empresas ou pessoas prestadoras de serviços. No exemplo que citei acima, das barracas de praia, uma barraca de menor porte, e por conseqüência menor custo, vai se instalar ao lado de uma das barracas maiores e suprir a necessidade dos praieiros, musica eletrônica ou ao vivo e quantidade de garçons suficiente para todos trazendo por conseqüência a satisfação. Deixo claro que além de garçons e música, os barraqueiros devem estar atentos a outros pontos fortes: qualidade da comida, preços, layout e isso com certeza chamam a atenção dos clientes. Da mesma forma, os ambulantes têm a mesma concorrência: tem que ser alegres, sorridentes, aliar custo x qualidade x preço.
Por fim, o mais importante disso tudo é que uma empresa precisará de uma concorrente para estar aprimorando seus produtos e/ou serviços de forma constante e inovadora saindo de sua zona de conforto e buscando novos meios de produção mais econômico, meios de comunicação com clientes mais eficazes na atuação do marketing e estar sempre aprimorado a qualidade focando sempre no consumidor. É importante também ressaltar que as empresas devem estar atentas ao mercado concorrente e buscando criar seu oceano de oportunidades deixando um pouco o ambiente de competitividades criado junto com seus concorrentes diretos e indiretos. A concorrência faz com que o mercado torne-se sustentável e dure por um bom tempo.
Vale lembrar o seguinte: em tempos de fusões e aquisições o CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica, tem justamente a finalidade de orientar, fiscalizar prevenir e apurar abusos a ordem econômica provenientes destas operações. Em resumo: o órgão analisa se o consumidor está sendo lesado no tocante da falta de concorrência de mercado.
Para termos um entendimento melhor, e podermos encontrar a solução da pergunta feita inicialmente vamos dividir nossa análise em três partes como segue abaixo:
Para a indústria, a concorrência recai sobre a ótica de custos, tanto direto quanto indireto, pois estes vão influenciar o valor de venda de seu produto final. Vamos imaginar duas empresas produtoras de materiais de limpeza (sabonete, detergente, água sanitária etc) tecnicamente os processos produtivos das duas são iguais, o que irá diferenciá-las é a técnica como produzem e com quais materiais produzem, então porque o produto de uma é mais caro que da outra? Ao perceber isso uma delas usará o benchmarking para tentar equiparar. Tal ferramenta de qualidade seria impossível caso fosse a única empresa exploradora deste mercado consumidor. Neste segmento econômico poderíamos falar que a maior vantagem competitiva que a concorrência pode exercer é a busca incessante pela redução de custos operacionais, na compra de produtos mais baratos, porém com qualidade similar isso tudo para resultar no seu principal objetivo, produzir mais, gastando menos e mantendo seu padrão de qualidade.
Para o comércio, principalmente o mercado varejista, o maior ponto de concorrência é no marketing, pois a partir dele estas empresas terão o maior market share, alcançaram seus consumidores trazendo para suas lojas físicas ou virtuais. As ações promocionais sejam elas por email marketing, televisão, rádio, folhetos, devem ser constantes e agressivas para ficar sempre na lembrança do cliente por isso é muito comum em comerciais de televisão a propaganda de uma rede varejista vim logo seguido de outra ou no comercial a seguir tendo sempre o intuito de seduzir o cliente e, quem sabe, alienando visto que chega um determinado momento o consumidor já não é mais capaz de identificar qual empresa está fazendo a promoção tamanha sua agressividade. Note que neste segmento a competitividade se dá no seu relacionamento com fornecedor, quanto mais barato for o lote de compra maior será sua condição na composição do preço final e por fim sua lucratividade e também com as financeiras para ter uma condição de parcelamento adequado com a classe econômica atingida.
Para as prestadoras de serviços, o foco é a qualidade nos serviços prestados x valores cobrados por estes. Acredito que este é o mercado mais agressivo para se competir, pois tratar de qualidade em serviços é bem complicado. Salvador é uma cidade que faz Sol quase todo o ano, logo a praia fica extremamente disputada por barraqueiros e vendedores ambulantes. Então como eles vão ganhar a atenção e, porque não, gratidão do cliente? O que faz uma barraca de praia ou vendedor ambulante ganhar este embate é justamente como trata o cliente. Um exemplo: Uma determinada barraca de praia oferece som com DJ fazendo o ambiente animado para conversar com os amigos, conhecer pessoas e paquerar, mas a barraca vizinha não oferece o DJ, mas tem uma oferta maior de garçons logo não precisará implorar para trazerem uma bebida ou tira gosto, ponto negativo da primeira barraca supracitada. Conforme mencionei no inicio deste parágrafo, falar de qualidade em serviços é complicado, logo, deixaremos para outra oportunidade, mas pode-se afirmar que deve ser um processo continuo, focando sempre o cliente que é a razão da existência destas empresas ou pessoas prestadoras de serviços. No exemplo que citei acima, das barracas de praia, uma barraca de menor porte, e por conseqüência menor custo, vai se instalar ao lado de uma das barracas maiores e suprir a necessidade dos praieiros, musica eletrônica ou ao vivo e quantidade de garçons suficiente para todos trazendo por conseqüência a satisfação. Deixo claro que além de garçons e música, os barraqueiros devem estar atentos a outros pontos fortes: qualidade da comida, preços, layout e isso com certeza chamam a atenção dos clientes. Da mesma forma, os ambulantes têm a mesma concorrência: tem que ser alegres, sorridentes, aliar custo x qualidade x preço.
Por fim, o mais importante disso tudo é que uma empresa precisará de uma concorrente para estar aprimorando seus produtos e/ou serviços de forma constante e inovadora saindo de sua zona de conforto e buscando novos meios de produção mais econômico, meios de comunicação com clientes mais eficazes na atuação do marketing e estar sempre aprimorado a qualidade focando sempre no consumidor. É importante também ressaltar que as empresas devem estar atentas ao mercado concorrente e buscando criar seu oceano de oportunidades deixando um pouco o ambiente de competitividades criado junto com seus concorrentes diretos e indiretos. A concorrência faz com que o mercado torne-se sustentável e dure por um bom tempo.
A influência das mídias sociais no mix marketing
Recentemente um professor meu da faculdade fez uma pergunta no buzz, programa do Google similar ao twitter: Já pensaram em como a mídia social afeta todo o mix marketing? Essa pergunta ficou em minha cabeça, acreditem, durante todo o período do carnaval até que resolvi interpreta - lá melhor, mas vamos por partes. Mídia Social é todo meio eletrônico que permite interação entre usuários, como por exemplo: Orkut, Facebook, MSN, Twitter, blogs de um modo geral, buzz, myspace, youtube, Second Life e jogos em rede. Mix marketing, ou composto de marketing, no vocabulário brasileiro, pode ser definido como a congruência de 4 P’s sendo estes praça, promoção, preço, e produto.
E qual a relação entre mídia social e mix marketing? Vejamos: Um dos maiores efeitos da globalização é a conectividade de pessoas e empresas. A internet virou arma de venda para as empresa logo o primeiro composto entra em evidência: Praça. Se notarmos bem, o endereço das empresas não começa mais com rua, avenida, travessa, praça, começa com www ou HTTP:// muito menos utiliza o CEP, agora este fica restrito a .com.br, .ind.br, .br entre outros tantos que variam de acordo com o ramo de atividade da empresa, de fato o mundo virou a praça de atividade fim dessa empresa.
Atualmente para criar e manter uma conta em um determinado canal de mídia social é gratuito, com isso, grande parte destas organizações que tenham afinidade com a tecnologia criam esta conta até mesmo para ficar mais próximo do seu consumidor, praticando o chamado branding, lembrando que em se tratando de mercado consumidor qualquer meio de mídia é válido. Logicamente se esta empresa é tem como ramo de atividade o comércio precisará de um chamariz, uma promoção. Só que anúncios em mídias convencionais, jornais, TVs, rádios, revista tem um determinado custo assim como panfletagem, busdoor, outdoor assim como um prazo para ser exposto.
Vale ressaltar que as mídias sociais não substituem as campanhas de marketing e sim como complemento de uma determinada campanha, também não é portal de venda, porém funcionam como chamativo fazendo o redirecionamento do acesso móvel de seu consumidor para seu portal de venda. Em alguns casos o próprio produto esta inserido na mídia como é o caso do mundo virtual criado pelo Second Life. Empresas como a americana Dell, Best Buy, Starwoolds além das brasileiras TAM, Tecnisa, Cyrella e Rosi criaram perfis no portal a fim de atrair seus consumidores virtuais para a realidade o fato é que o tempo passou e algumas destas abandonaram o mundo virtual pois os avatares necessidades humanas, podem ficar sem comer por exemplo, ou seja, não existe necessidade de consumo.
O fato é que as mídias sociais estão aumentando sua proximidade entre as pessoas e empresas fazendo com o mundo se comunique mais ainda e gerando empregos. Diversas empresas estão criando o setor de redes sociais para serem alimentadas diariamente no intuito de fortalecer este relacionamento com o cliente. O próprio presidente americano, Barack Obama, faz uso maciço das redes sociais e conseguiu destaque no público internauta, ainda sim depois de eleito, não abriu mão de seu smartphone para continuar conectado.
Logo é interessante principalmente para as empresas, criarem e alimentarem comunidades em redes sociais para manter sempre sua marca forte, pois estas redes podem funcionar como filiais de seu sites, alimentar o database e CRM além de poder trabalhar valores diferenciados para seus seguidores.
E qual a relação entre mídia social e mix marketing? Vejamos: Um dos maiores efeitos da globalização é a conectividade de pessoas e empresas. A internet virou arma de venda para as empresa logo o primeiro composto entra em evidência: Praça. Se notarmos bem, o endereço das empresas não começa mais com rua, avenida, travessa, praça, começa com www ou HTTP:// muito menos utiliza o CEP, agora este fica restrito a .com.br, .ind.br, .br entre outros tantos que variam de acordo com o ramo de atividade da empresa, de fato o mundo virou a praça de atividade fim dessa empresa.
Atualmente para criar e manter uma conta em um determinado canal de mídia social é gratuito, com isso, grande parte destas organizações que tenham afinidade com a tecnologia criam esta conta até mesmo para ficar mais próximo do seu consumidor, praticando o chamado branding, lembrando que em se tratando de mercado consumidor qualquer meio de mídia é válido. Logicamente se esta empresa é tem como ramo de atividade o comércio precisará de um chamariz, uma promoção. Só que anúncios em mídias convencionais, jornais, TVs, rádios, revista tem um determinado custo assim como panfletagem, busdoor, outdoor assim como um prazo para ser exposto.
Vale ressaltar que as mídias sociais não substituem as campanhas de marketing e sim como complemento de uma determinada campanha, também não é portal de venda, porém funcionam como chamativo fazendo o redirecionamento do acesso móvel de seu consumidor para seu portal de venda. Em alguns casos o próprio produto esta inserido na mídia como é o caso do mundo virtual criado pelo Second Life. Empresas como a americana Dell, Best Buy, Starwoolds além das brasileiras TAM, Tecnisa, Cyrella e Rosi criaram perfis no portal a fim de atrair seus consumidores virtuais para a realidade o fato é que o tempo passou e algumas destas abandonaram o mundo virtual pois os avatares necessidades humanas, podem ficar sem comer por exemplo, ou seja, não existe necessidade de consumo.
O fato é que as mídias sociais estão aumentando sua proximidade entre as pessoas e empresas fazendo com o mundo se comunique mais ainda e gerando empregos. Diversas empresas estão criando o setor de redes sociais para serem alimentadas diariamente no intuito de fortalecer este relacionamento com o cliente. O próprio presidente americano, Barack Obama, faz uso maciço das redes sociais e conseguiu destaque no público internauta, ainda sim depois de eleito, não abriu mão de seu smartphone para continuar conectado.
Logo é interessante principalmente para as empresas, criarem e alimentarem comunidades em redes sociais para manter sempre sua marca forte, pois estas redes podem funcionar como filiais de seu sites, alimentar o database e CRM além de poder trabalhar valores diferenciados para seus seguidores.
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